Tá Perdido? Pergunta, sô.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Shoryuken







Para os pobre-coitados sem familia que nunca tiveram infância, Shoriuken é o melhor soquinho no queixo de todos os tempos. Extremamente eficiente, e de uma qualidade nominal intensamente destruidora. SHORIÚ-KEN!

Mas não vamos falar de video-games, porque além disso ser coisa de pivets, ainda é nerd e desqualificado. Não combina com o conteúdo pragmático e destorcido desse respeitável Blog. Vamos nos ater à técnica milenar do soquinho no queixo. Sempre seguido de uma frase de apoio, que pode variar entre "Booa, garotão!", "Agooooora sim!" ou "E da próxima vez arranco esse bigode a tapa (oh, wait!)". Bom, vocês entenderam, certo?

Então, você desconfia que ninguém nunca vai precisar de um apoio destes, certo? Certamente falta na sua vida o grande guru do soquinho no queixo, que é capaz de salvar um emo do suicídio eminente apenas dando um pequeno soco, e algumas palavras de apoio. Não se trata de uma técnica fácil, porque o conteúdo da frase que segue o soco, invariavelmente é a diferença de uma risada e um jab de esquerda que vai te deixar no chão.

Cabe a você, dedicado amigo, saber estabelecer o vínculo primário que serve como um consolo para um determinado momento. É mais ou menos como os elefantes do circo, nem sempre querem amendoim. As vezes eles só estão com saudades de casa. Se souberes diferenciar isso daquilo, serás o domador perfeito. Terás o animal em suas mãos.

É isso, classe. Hoje aprendemos que Street Fighter II é o jogo mais legal de todos os tempos. E põe Mortal Kombat (esse lixo) beeeem lá embaixo. Atrás do Tetris.

Warning: A falta de inspiração e assunto acabará por nos acometer em abismos de espaço e tempo, "buracos de minhoca" nos termos quânticos. Hare Baba! Ah, se a juventude soubesse, e se a velhice pudesse... Ah, quem me dera ser um peixe. "Será, que será que será que será, será que essa minha estúpida retórica, terá que soar terá que se ouvir por mais zil anos? " .

Amigos, vamos migrar para o twiter. Não dá pra ir contra a corrente. Vamos dar adeus ao nosso companheiro. Vamos fechá-lo, lacrá-lo e cimentar a porta, pela vigilância sanitária.

*SHORIU-KEN!* - Hey filhão! Cala a boca, e se inspira pro mês que vem!
- Voche quebrou todosh meus dentesh :@
- Oh, wait! :

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Ronaldo!!!! Brilha Muito no Seu C.


Aberta a Caça aos Bambis.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Migração


E o Pica-Pau migrou para o Sul novamente, garboso e jubiloso.

E o Porquinho? Não foi bem recebido em Curitiba... culpa do Marcelinho Paraíba!!!

Paraíba?

Bom, agora é a minha hora de migrar. Jampa, here we go!

E um abraço para o Bruno (não você, o goleiro).

sábado, 15 de agosto de 2009

See The World




(suspiro).

Lá vamos nós. Mais um sábado comum, tomando uma breja, ouvindo uma boa música, e eu vim parar na frente de um computador com uma tela E-N-O-R-M-E!!! E eu, no egocentrismo exacerbado de conhecimento geral, não podia deixar de querer escrever mais um clássico da literatura descartável dos blogs desse Brasil (Brasil -il-il-il). Aí resolvi escrever sobre isso, que vem me incomodando há tempos.

Vamos falar sobre minha unha encravada. Eu ía falar, mas acabo de encontrar com o lendário Unoversi aqui. E ele insiste em dizer que isso acaba de acontecer agora neste minuto, um fato, um fato atual!!! E estamos tomando a cerveja que o Leandro trouxe aqui!! Puxa, é o post mais democrático desde a queda da bastilha!!!!

Assim que, minha unha encaravada pode aguardar alguns minutos. Estávamos aqui conversado e inquirindo sobre o sentido da vida, mas não conseguimos ir muito longe. Sinal dos fracassos filosóficos costumeiros. (bando de neguinho desocupado?)

Vamos exemplificar, para que os leitores possam desfrutar da mesma barbárie exótica que nós estamos passando por.

Exemplo 1:

- O que você faz da vida?

(Leandro liga - 18:13h e ele diz: O AMOR É IMPORTANTE, PORRA!)

- O que ocorre com as garrafas, quando a cerveja se esvai? O que resta de nós, humanos dos infernos????

A questão é outra, vamos descatar o texto até agora e atingir o ponto alfa do texto todo:

O QUE ACONTECE COM O MUNDO, QUANDO ACABAR A CERVEJA???

Realize a cena: você se arruma, se apruma, se perfuma, sai de casa no sábado.


- Morris says: Mas o que é felicidade? E sim, eu tenho a resposta: Só quero saber se mais alguém tem, assim posso vender mais caro...

Voltando, você sai de casa e chega ao bar. Encontra com aqueles amigos, aqueles de verdade, aqueles de infância, e começa o papo.

- .........
- .........
- .........
- ........
- .............................................(suspiro). Então, acabou a cerveja?
- É.
- Para sempre?
- ...........................
- GIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIILLLLLLLLLLL!!!!! *
- Pois não? (com aquele sorriso maroto)
- Acabou a cerveja?
- Pois é. Mas temos trident!
- Toda ela?
- Sim, acabou e não tem mais.
- E quando chega?
- Nunca mais.
- ..................................................
- ...............................................
- ..............................................
- ..........................................
- Como assim? Eu vou no McHamud (o nome do bar foi alterado para evitar merchadising não merecido e porque o nome iraquiano era muito mais legal que o original...) então...
- Lá também não tem. Voces não entenderam. Acabou a cerveja do mundo todo. De todos os lugares. Acabou. Não tem mais.
- Não pensei viver o suficiente para ver isso. Eu vi o dólar valer 1 milhao de reais. Eu vi o Corinthians ser rebaixado. Eu vi o Ronaldo no Corinthians. Eu sobrevivi à gripe aviária, gripe espanhola, gripe suína, gripe internacional do seu cu. Eu sobrevivi nos territórios ocupados. Em São Paulo, no centro, andando de costas na Paulista. Mas não achei ter que passar por isso.
- É. Lembra quando a gente podia fumar cigarro?
- O que é cigarro?
- Aff

O caos. O fim dos tempos. O fim da sociedade como a conhecemos. Ninguém faz amigos tomando leite, motivo pelo qual a amizade de bar também está fadada a seu fim.

Yellow foi ao banheiro. Voces perceberão que isso não é necessariamente um problema. Vamos falar de sua unha encravada, utilizando a moderníssima técnica da Transliteração Livre (TL).

- Ahhh, it burns to hell!!!! - berrinho bicha - A Dona Graça do 41 vai dá um jeito. - complementa.

Mas, à pedido dos fãs participantes voltemos ao problema anterior.

Fato de fato: a cerveja não acabou. Mas tenho certeza que se acabasse, eu seria um dos primeiros a saber (Propaganda do Twiter Detected) porque afinal eu... O QUE!?

Bom, eu pelo menos percebi que, por enquanto, não consigo escrever em dupla (o que dizer em grupo...)... HADOUUUUKEN

* Yellow toma as redeas novamente.* Nunca mais atendo o telefone no meio da escrita...

Bem, o fim da cerveja traria consigo o fim de uma era, o fim de uma geração, o fim de um ritual mágico: a alegria do buteco, de segunda, de terça, de quarta, de sempre. Aquele um que a gente se habitua a frequentar. Aquele um que difere em nomes, mas tem como fim o mesmo objetivo: agregar pessoas e trazer alegria à nação. (algo parecido com as Igrejas, só que sem penitências).

(Morris says: Aaaaaahhhh, sempre quis ser um dançarino!!! *colocando as sapatilhas de balé*).

Sim à cerveja! Sim ao cigarro! Sim às alegrias da vida! Sim à desmoralização total e completa do ser humano! Do pó viemos, e a ele voltaremos! (Morris says: PAREI DE FUMAR!!) Sim à liberdade de destruir e desintegrar os nossos órgãos, já que é tudo que temos para sempre, nossos únicos companheiros, aqueles que nos carregam e nos toleram (ou não) para todo o sempre.

Vou aproveitar a música triunfante que escutamos agora (See The World- não sei de quem é) e terminar esse texto por aqui. Cheers, meus queridos! Vamos beber enquanto ainda é dia, a aproveitando que amanhã é sempre natal!!! :)

* GIL - Garçon Intergactico L. - Esse deve ser o nome do cara que atende no Azaqléia (o nome do bar foi alterado para evitar merchadising não merecido e porque o nome iraquiano era muito mais legal que o original...)

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Enquanto Isso, no Plenário da Justiça


Barney*, o Leão Marinho do Nordeste sorri satisfeito com seus últimos feitos. Ele, cínico, desfruta da glória do passado enquanto ergue a clava forte contra a população que julgava amá-lo. Mais um caso de traição a 165 milhões, cada vez mais comum. Creud* explica.

Notável mesmo é o cinismo de todos que sentam na sala e, respeitosamente escutam e acenam felizes a sua excelência, o leão marinho, porquanto ele permaneça naquela cadeira mais alta, que outrora pertenceu a Eighterino*, o Porteiro. Mas basta sua excelência sair do recinto, para que a festa realmente comece. É uma vergonha! No mínimo é falta de educação falar mal pelas costas, então os representantes da vontade do povo deveriam dar o exemplo sendo sinceros excelência com excelência. Mas...

Então sobe no palanque Simão *, o Macaco Velho.

- Excelentíssimas excelências, creio que a excelência marinha já excelentou o que tinha que excelenciar, portanto, excelentemente, prenuncio que seria excelente no caso de vossa excelencia o leão marinho, denotado por excelência, deixar este excelente cargo a fim de que a escória da população não-excelente pare de encher nossos excelentíssimos pacovás. Seria de excelente grado!!!

Aí, como já é de costume, os senhores magistrados perderam a compostura. Foi excelente.

Pois então pediu a palavra o também já dono daquela cadeira fofucha, o Quernan Cabelos*. E haja roupa suja lavada!!!

- Mimimimimimimimimimimimimimi faz 30 anos que vc não gosta do leão-marinho!!! Salve os leões marinhos!!!! Mimimimimimimimimimimimimimimimimi eu renunciei porque eu sou ladrão, é diferente!!!! Mimimimimimimimimimimimimi

- Veja bem, Senador Cabelos. Vossa Excelência esquece-se que há tempos excelentes atrás, vossa excelência encontrou se com a outra excelência Prettor*, ex-presidente desta grande nação. Criaram um partido, e quando derrubaram o Prettor*, o senhor fugiu... saiu de fininho excelentemente. Francamente? Totalmente Excelente.

- Mimimiimimimimimimimi mas não fiz isso pelos bastidores!!!! Mimimimimimimimimiimi Vocês vão ter que me engolir! Mimimimimimimimimimi! Fui um ministro muito bem avaliado! Mimimimimi

Nuvens negras assolam o local. O vilão, o mau-carácter, o charlatão, o gigante epaminondas da história política dessa nação surge de sua bancada, com cara de quem recém-cheirou cocaína, e toma-lhes a palavra. Prettor * says:

- Rooooooooooooooooooooaaaaaaaarrrrrrrrr!!!! Palavras!!!! Engula!!! Degluta!!! Enfie onde achar digno!!!! Se falar meu nome de novo conto tudo pra minha mãe!!!! O senhor é um Parlapatão (sic) !!!

Resultados de tudo isso:

- Aeeeeh, tá rolando pizzada la na casa da vó, vamo ae de galera????

- IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIRRRRRRRRAAAAAAAAAAA!!!

Auê geral. Baderna, fanfarra. Todos sentam-se juntos à mesa, sorriem, deglutem e enfiam a pizza onde querem. Como sempre é feito. Isso é Plasil* mesmo....

*** Essa é uma história fictícia. Qualquer semelhança com a vida real terá sido mera coinscidência.

* Todos os nomes foram alterados para proteger a minha integridade física, moral e política. Isso porque sou um importante membro da comissão eleitoral deste país: Sou um mesário (cheio de orgulho).

sexta-feira, 31 de julho de 2009

O que que eu vou dizer lá em casa?


- Mas é verdade querida, eu fiquei preso num iceberg com a ressaca do mar... alo? Querida?? Querida???
- tutututututututu

quinta-feira, 30 de julho de 2009

A Nota na Pausa


Já faz um tempo que não consigo entrar na academia de forma "normal", que significa: passo o cartão - a catraca é liberada - eu entro. Agora quando eu passo o cartão, aparece escrito assim: EXAME MÉDICO VENCIDO, e uma sirene soa por toda a academia. Todos me olham, desconfiados. Aí eu tenho que dizer pra moça da recepção:

- Oi, libera aqui pra mim?
- Sim... fala mais...

Mas outro dia uma moça não tão volúvel bem-humorada estava na recepção, e perguntou:

- Mas por que está bloqueando?
- Ah, é que o horário da minha aula é mais tarde, então ela só liberaria depois das sete e meia.... (mentira, mentira).
- Hum, sei. (Se fez de difícil, mas liberou também).

Então vi que isso não ia durar muito, e se descobrissem iriam colocar minha foto no quadro dos alunos mentirosos do mês. Tive que marcar uma consulta pra pegar o bendito atestado, pensando: “Cacete, tenho só 27 anos, porque tenho que ficar levando atestados de seis em seis meses, até parece que iria aparecer uma alteração cardíaca assim, de uma hora pra outra”. É, iria sim. Mas vamos por partes.

Bom, algum tempo depois, entrando no consultório do Dr. Gargamel (seu nome foi alterado para proteger sua identidade).

- Boa tarde Wally (meu nome foi alterado para proteger minha identidade). Então, o que está acontecendo...?

- Nada, só preciso de um atestado porque a academia está pedindo outro (já é a terceira ou quarta vez que vou lá pegar o atestado, e nessa hora ele sempre faz a mesma pergunta).

- Hum... qual academia é?

Nesta hora eu diria o nome, e ele diria “É boa!”. Mas resolvo fazer uma avaliação de mercado das academias da região, pela visão do Clínico Geral.

- Academia B (o nome da academia foi trocado para preservar sua identidade e para evitar merchan gratuito). Mas estou pensando em ir pra C. (faço academia na A).

- É... as duas são boas...

Era o que eu temia.

- ... mas então, como vou te dar o atestado, vamos fazer os testes de rotina né?

- É, lógico. Vai que tem alguém da Polícia Federal ouvindo e te prende por fornecer atestados falsos.

- Hã?

- Nada, nada.

- Huum... pressão 12 por 7. Excelente.

- Oié!

Daí ele começa a auscultar meu coração, e percebo que ele se demora mais que o habitual nesta etapa.

- Quantos anos você tem?

Respondo distraído enquanto tento decifrar o título de um livro que está do outro lado do consultório.

- Vinte e sete.

- Oi??? (tirando o estetoscópio).

- Vinte e sete!!

Escuta mais um pouco, e se afasta.

- Seu coração está com uma batida a mais...

- Pois é, não sei porque eles vivem pedindo esses... como???

- É. Você nunca ouviu essa batida diferente?Ela vem assim, meio fora de hora...

- Hã... então... eu não escuto nem as batidas normais... imagina se escuto essa.

- Olha, foi bem de leve assim... ela apareceu... depois sumiu... mas fiquei esperando, e daí ela voltou!! Bem baixinho, mas voltou!! (todo orgulhoso).

- Uau... não sei quem é o mais malandro, se ela ou você.

- Provavelmente não é nada... mas como o atestado é para praticar exercícios né? (eu não deveria ter falado da Polícia Federal...).

- Hum... e se fosse alguma coisa, o que seria?

- A gente chama essa batida de “Bem-vindo ao mundo de Marlboro”. (o nome do sintoma foi alterado para preservar sua identidade. Na verdade eu esqueci, mas o Google deve saber).

- E ela se deve a?

- Eu vou pedir uns exames...

- Psiu... oi??? (sacudindo o Gargamel pelo jaleco) E O QUE PODE SER ISSO?? Estamos falando da caralha do meu coração né?

- Hum... você fuma? Não tem cara de quem fuma...

- De vez em quando. Mas como é a cara de quem fuma?

Nessa hora o Dráuzio Varella entra na sala. Aponta pra mim, joga um cartaz sobre a Lei Antifumo na minha cara, diz “Rarrá!” e sai correndo. Penso em correr atrás, mas vai que meu coração não agüenta...

- Café?

- Não, obrigado. Já tomei um litro hoje.

- Stress?

- Sim, mas só em um dos empregos, o outro é mais tranqüilo.

- Qualquer um destes fatores pode provocar essa batida.

- É, mas que tipo de batida era? Um tambor, um bumbo? Tava muito fora do tom? Vai ver que é por isso que eu sempre desafino nos ensaios da banda e... wait!! Eu fiz uma avaliação na academia semana passada... e eles mediram meus batimentos e tal. Fiquei pedalando com duzentos e cinqüenta quilos de carga (divida isso por cem e você terá o valor real) e ela falou que meus batimentos poderiam chegar até 193, mas não chegaram nem a 130. Viu?? Meu coração é o Forrest Gump dos testes ergométricos. Essa batida aí deve ser meu estômago fazendo pipoca.­

- Deixa eu ver essa avaliação?Huum... mas não teve eletro... não foi feito por médico.

- Claro que não.

- Ué... foi feito na Academia A. Você não disse...?

- Não, não disse nada. (hehe).

- Bom, mas isso não serve. Isso aqui pra mim é nada.
(grosso!!)


- É? Fazer esse “nada” foi mais caro que sua consulta. (olé!!)

- Bom, você vai fazer os exames de sangue de rotina, e já pede o de potássio, e sódio, que regulam os...

- É, eu sei!! Achei que só fosse usar isso em vestibulares. Incrível. Aproveita e pede o de molibdênio também.

- Mas ele não tem a ver com isso.

- Não? E tem a ver com o quê?

- Bem... é...

- Brincadeira. Bom, se não tem jeito né...


E lá se foi nosso herói, com o cartão da Clínica “Cardio-Toma-Bestão” (o nome da clínica foi alterado para... vocês sabem) nas mãos, pensando que isso só deveria acontecer em trinta ou quarenta anos.

Não deve ser nada mesmo. Mas depois eu volto aqui pra dizer os resultados aos milhares de leitores do blog que se preocupam comigo.