Tá Perdido? Pergunta, sô.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

I know!!!

https://www.youtube.com/watch?v=4G5veN8FHB0&feature=kp

I KNOWWWW!!!

Eu sei que a copa não é isso tudo que vocês queriam!! Eu sei que saúde e educação não estão aí pra vocês!!

Mas ela está aí!

O Brasil ganhou da Croácia e e agora está tudo valendo!

Vamo Brasil! Vamos ganhar o caneco!!!

Buteco de segunda! A gente começa meio bêbado mas chega na final!!


Buteco de segunda a gente lê mas não agora!!


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Virada Cultural 2014?

Choveu né?


Virada Cultural 2014



Como de costume... não foi dessa vez...

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Virada Cultural 2013



Eu vinha frisando né?

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Virada Cultural 2012



Dispensa comentários não é?

sábado, 31 de dezembro de 2011

Balanço 2011





É, meus amigos!!! Após a catastrófica ausência de 60 dias, cá estamos, no ultimo minuto!!! Post corinthiano, salvando o mês de dezembro! E encerrando o ano de 2011.

Que foi um ano típico. Diferente dos últimos anos, foi um ano que só passou.

Mas, dentro desse ano, vale ressalva algumas noticias:

- Corinthians Campeão!!!!! ééééééééé
- Final da Uefa em Wembley = auge da minha vida!!!! Iraaaaaaaaaaaaaaaaaaaado!!! Pena que não deu United, mas não importa!
- 2 aniversários suspresa!!! Haaaaaja coração, amigos!!! (seus lindos!!!)

De resto, tudo ok. Tudo certinho, tudo caminhando conforme manda a ordem. E, como mensagem especial de fim de ano, fica a dica do filme Click: family comes first! Não imposta se é família de sangue, ou se é aquela que a gente escolhe (de verdade) pra fazer parte na nossa vida. Eles vem primeiro. Todos os outros problemas alegrias e atribulações podem pegar a senha e esperar a vez!

E ano que vem é nóis!!! Vaaaaai Cotinthians!!! Vaaaaaaaai Guelt!!! Vaaaaaaaaaaaaaaai Familia!!! Pra cima deles!!! Bjs!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Like a Stone



Preferiu andar só naquela tarde. Não queria carregar consigo nada que o tirasse da órbita. Estava exatamente onde queria estar. Caminhava com passos fortes e largos. Enquanto sua mente eclodia vulcões e disparava rajadas, a apatia prevalecia. Nada parecia fazer sentido, mas - hei - sentido era a última coisa que ele precisava! "Para que sentido? Para que sentir?".

Trocava olhares com outros transeuntes, ora com desdém, ora com sedução. Por mais que odiasse a humanidade, todas as divindades e todas as coisas desse e de outros mundos, estava inexplicavelmente atraente nesse dia. Sentia olhares de desejo, mas respondia com opressão, indiferença e guerra. Todas as relações estavam quebradas, todas as irmandades eram falsas, todas as negociações malfadadas.

Amaldiçoou por diversas vezes todas as condições, todos os casos, todas aquelas palavras, tudo aquilo que refletia o que o Universo dos outros parecia não ver. Naquele dia, foi tão profundo em sua demência que resolveu teoremas, encontrou a cura de todas as doenças, provou a existência de seres improváveis; mas não compartilhou essas informações com ninguém. Por que? "Because fuck you!" .

Caminhava, respirava fundo, declarava guerra contra todas as potências! "wtf is wrong with me, anyway?!". Rasgou sua alma em mil pedaços, depois juntou-os todos. Colou cada pedaço com angústia, sacudiu a poeira e passou a levitar. Quando terminou o asfalto, fez-se demônio alado e saiu flutuando tal qual um abutre, emanando desprezo em todos que o vissem passar. Contudo, quem quer que o visse mal sabia do perigo que corria ao se confrontar com o demônio em pessoa.

Naquela noite, dormiu o sono de Hades, comeu o pão do demônio e sonhou os sonhos de Pandora. Acordou ferido, olhou-se no espelho. O espelho virou pedra. Vestiu-se, calçou seus sapatos de pedra. Trancou a porta com a chave de pedra, passou mercúrio de ácido em todas as feridas. Já não sentia mais nada, a não ser a dor das cicatrizes. Dores que viraram coceiras irritantes. Que viraram marcas. Que viraram pedra. Era tudo o que tinha, era tudo o que seria, foi o que se pode fazer sobre tudo. Até que a maldição terminasse, era assim que teria que se acostumar a ver tudo: duro, insípido, desprovido de glórias, beleza, cores. Apenas pedra.